Comunicado

 

Precariedade e condições de trabalho em Arqueologia

 



 

Agudiza-se diariamente a situação de instabilidade e precariedade que tem marcado as condições de trabalho no sector da Arqueologia em Portugal, por isso é cada vez mais premente e necessário que os trabalhadores se unam, organizem, ajam e lutem pelos seus direitos.

 



 

A prática corrente de utilização de trabalhadores em situação precária, concretamente, através da generalização dos falsos recibos verdes tem gerado, para além da instabilidade decorrente deste tipo de "contratação", situações de incumprimento por parte dos empregadores.

 



 

São comuns os casos em que os trabalhadores se vêm confrontados com más condições de trabalho no exercício da sua profissão, agravadas por atrasos e ausência de pagamento dos salários acordados. No que concerne às grandes obras públicas, que requerem um elevado número de trabalhadores, estas circunstâncias são ainda mais alarmantes.

 



 

Desta forma, são vários os trabalhadores que, em protesto, se vêem forçados a suspender a sua actividade laboral. É o caso dos trabalhadores de Arqueologia da empresa Ozecarus, a desenvolver trabalhos em Beja, que se encontram paralisados até verem regularizada a sua situação.

 



 

Nestas circunstâncias, o Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia solidariza-se com a luta de todos os trabalhadores que rejeitam esta realidade.

 



 

O STARQ apoia a luta destes trabalhadores, apelando a que se mantenham unidos e firmes até que sejam repostos os seus salários.

 



 

Juntos somos mais fortes para conquistar e defender os nossos direitos.

 



 

LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS É CONSTRUIR O FUTURO!

 

 

 

 

 

 

 

A Direcção do STARQ